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Aspectos Econômicos da Cadeia do Café


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Compre já: Aspectos Econômicos da Cadeia do Café 234 páginas  - Ano 2017

234 páginas - Ano 2017 -

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO
PREFÁCIO

CAP 1 - O CAFÉ NO MUNDO
MAIORES PRODUTORES DE CAFÉ POR CONTINENTE
AMÉRICA DO SUL E DO NORTE
Brasil - Colômbia - Peru - México
AMÉRICA CENTRAL
Guatemala - Honduras - Costa Rica - El Salvador
ÁFRICA
Uganda - Etiópia - Quênia - Tanzânia
ÁSIA E OCEANIA
Indonésia - Vietnã - Índia
MERCADO MUNDIAL DE CAFÉ
MERCADO CAFEEIRO MUNDIAL PÓS-EXTINÇÃO DO ACORDO INTERNACIONAL DO CAFÉ (AIC)
COMPETITIVIDADE E PARCELA DE PARTICIPAÇÃO NO MERCADO MUNDIAL DO CAFÉ
IMPORTAÇÃO DE CAFÉ NOS ESTADOS UNIDOS
Elasticidade-preço de importação por tipos de café no mercado dos Estados Unidos
IMPORTAÇÃO DE CAFÉ NO MERCADO DA ALEMANHA
Elasticidade-preço de importação por tipos de café no mercado da Alemanha
IMPORTAÇÃO DE CAFÉ NO MERCADO DO JAPÃO
Elasticidade-preço de importação por tipos de café no mercado do Japão
IMPORTAÇÃO DE CAFÉ NO MERCADO DA FRANÇA
Elasticidade-preço de importação por tipos de café no mercado da França
MODELO DE ANÁLISE

CAP 2 - CADEIA BRASILEIRA DO CAFÉ
SEGMENTO DA PRODUÇÃO
SEGMENTO DA PRODUÇÃO DE CAFÉ EM MINAS GERAIS
Caracterização regional
A PESQUISA EM CAFEICULTURA EM MINAS GERAIS
A EPAMIG E O CAFÉ
Contribuição da pesquisa em cafeicultura
Áreas de atuação da pesquisa cafeeira
Cultivares registradas
SEGMENTO INDUSTRIAL DO CAFÉ NO BRASIL
Segmento de torrefação
Segmento da produção de café solúvel
SEGMENTO EXPORTADOR DO CAFÉ
SEGMENTO DE CONSUMO INTERNO

CAP 3 - MERCADO DE CAFÉ DO BRASIL – 1945 a 1985
PERÍODO 1945 - 1954
Caracterização
Políticas
PERÍODO 1955 - 1968
Caracterização
Políticas
PERÍODO 1969-1976
Caracterização
Políticas
PERÍODO 1977 - 1980
Caracterização
Políticas
PERÍODO 1981 - 1985
Caracterização
Políticas

CAP 4 - HISTÓRICO DOS PREÇOS E DA PRODUÇÃO, CERTIFICAÇÃO E MERCADO DO CAFÉ NO BRASIL
EVOLUÇÃO DOS PREÇOS DO CAFÉ NO BRASIL NOS ANOS 2000
CICLOS DE PREÇOS E DE PRODUÇÃO DO CAFÉ NO BRASIL
COMO DRIBLAR A INSTABILIDADE DOS PREÇOS E GARANTIR COMPETITIVIDADE NA ATIVIDADE CAFEEIRA
CERTIFICAÇÃO DO CAFÉ
Padrões de certificação
MERCADO DE CAFÉS ESPECIAIS
MERCADO DE CAFÉ ORGÂNICO
CLASSIFICAÇÃO DO CAFÉ

CAP 5 - CONDICIONANTES DA OFERTA, DEMANDA E PREÇOS DO CAFÉ NO BRASIL
POLÍTICAS IMPLEMENTADAS PELO BRASIL
Política cambial
Tributação na cadeia café
Tributação ao cafeicultor
Tributação após o cafeicultor

CAP 6 - MERCADO FUTURO
CONTRATOS FUTUROS E RELAÇÃO COTAÇÕES NO MERCADO FUTURO E PREÇOS À VISTA
ANALOGIA DE PREÇOS À VISTA E COTAÇÕES DE CONTRATOS FUTUROS EM 2011 - UM EXEMPLO
Volatilidade dos preços brasileiros de café em 2011
Causas da volatilidade
Tendência da variação das bases
Spreads
Convergências e divergências dos preços (MACD)
MELHORES MOMENTOS PARA NEGOCIAR O CAFÉ

CAP 7 - POLÍTICAS RELATIVAS AO CAFÉ
POLÍTICA MUNDIAL PARA O CAFÉ
POLÍTICA BRASILEIRA PARA O CAFÉ
CRONOLOGIA DAS POLÍTICAS DO CAFÉ
INSTRUMENTOS BRASILEIROS DE POLÍTICA PARA O CAFÉ
INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS RELACIONADAS AO CAFÉ
COOPERATIVAS


APRESENTAÇÃO


O café é um dos mais valiosos produtos primários comercializados no mundo, sendo superado apenas em valor pelo petróleo. Seu cultivo, processamento, comercialização, transporte e mercado proporcionam milhões de empregos. É fundamental para a economia de muitos paí¬ses em desenvolvimento e, para alguns, a exportação do café chega a contribuir com até 70% das divisas. Ainda sendo considerado uma com¬modity, vem, entretanto, ganhando status de speciality no mercado inter¬nacional, em razão das exigências cada vez maiores dos consumidores. Conforme dados da Organização Internacional do Café (OIC), existem cerca de 72 países produtores do grão no mundo, cuja produção, no ano-safra 2016/2017, está estimada em 151,6 milhões de sacas de 60 kg.
No Brasil, o desenvolvimento da cultura do café confunde-se com a própria história, já que em 1845 o País produzia 45% do café mundial. O maior parque cafeeiro do mundo está no Brasil, tendo o estado de Minas Gerais a posição de maior produtor nacional. A safra brasileira de 2016/2017 está estimada em 56,1 milhões de sacas de 60 kg, com aumento de 13,6% em relação a 2015/2016, equivalendo a 6,7 milhões de sacas, de acordo com United States Department of Agriculture (USDA).
A cafeicultura brasileira tem melhor nível de competitividade em relação aos outros países produtores mundiais, sendo proporcionalmen¬te maior em termos de produção e exportação, disponibilidade de tec¬nologia apropriada ao manejo da cultura e estrutura de comercialização. As peculiaridades regionais permitem atendimento à demanda de vários tipos de cafés e formulação de variados blends. O café em grão, cujas ex¬portações lideravam a pauta comercial brasileira até a década de 1960, hoje divide sua importância com inúmeros produtos do agronegócio e da indústria de transformação. Bons cafés espressos de marcas brasilei¬ras são produzidos. As certificações ganharam impulso para atender às novas exigências do mercado, como rastreabilidade e modelo de produ¬ção. O café tipo espresso conquistou o consumidor brasileiro pelo sabor e a venda do produto impulsionou a expansão de cafeterias e atraiu gran¬des redes estrangeiras.
Com a reunião de todas estas informações, a EPAMIG, por meio deste livro, apresenta o cenário nacional da atividade cafeeira ao retra¬tar determinados momentos econômicos que marcaram a cafeicultura e definiram o panorama atual. Contextualiza a participação da pesquisa agropecuária no desenvolvimento do agronogócio Café no Brasil, e a contribuição da EPAMIG e demais instituições parceiras para que Minas Gerais alcançasse a supremacia na produção nacional.
A análise histórico-econômica apresentada neste livro tem o pro¬pósito de subsidiar e orientar os cafeicultores brasileiros em suas deci¬sões para uma atuação sustentável e, ao mesmo tempo, fornecer infor¬mações que estimulem a formulação de políticas para o setor.

Rui da Silva Verneque
Presidente d

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